Quatro tendências de automação industrial

Na área de automação industrial os eventos acontecem muito rapidamente, os fabricantes lançam vários produtos para trabalhar em rede e muitos dados são disponibilizados.

Com isso fica a decisão de como tratar os dados: se eles serão armazenados localmente e acessados por um computador próximo ou se eles serão armazenador em um servidor distante.

Nesse artigo serão abordadas as estratégias e tecnologias já disponíveis. Boa leitura!

Dispositivos industriais conectados na internet das coisas (IoT)

Entenda-se como internet das coisas (IoT vem da abreviação do inglês Internet of Things) numa fábrica vários dispositivos (sensores) conectados em rede.

Para a integração entre Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia da Operação (TO) os maiores fabricantes de alcance global como a Siemens e Rockwell já lançaram respectivamente o SIMATIC IOT2000 e o Connected Enterprise.

A evolução contínua das tecnologias de IoT já estão tornando os sistemas de automação industrial mais acessíveis em termos de custos e com desempenho mais elevados.

As tecnologias de habilitação IoT incluem processadores de baixo custo e com alto desempenho, sensores confiáveis e robustos de baixo custo, software analítico, computação em nuvem e arquiteturas de sistemas altamente distribuídos.

Interpretação das informações: Big Data

O que fazer com tantos dados gerados e armazenados? O desafio é como usá-los para ganhar eficiência, decisões e vantagem competitiva.

Como exemplo, imagine uma fábrica de bebidas, que através de dados meteorológicos pudesse integrar informações de tendências de consumo (quanto maior a temperatura, maior é o consumo de bebidas) e estoque de ingredientes, disparasse automaticamente ordens de produção e simultaneamente através de integração de TI de fornecedores disparasse pedido de compra para reposição de estoque de ingredientes.

São informações como essas que devidamente interpretadas, aceleram o time-to-market, permitem menor custo de estoque de matéria prima, redução do consumo de energia elétrica, ajustes rápidos na produção (fabricação on-demand), aumento da eficiência na produção industrial e consequentemente melhor lucratividade.

Computação em Nuvem

Uma das estratégias usadas para o armazenamento de informações é a computação em nuvem, onde os dados são armazenados em lugar diferente do computador próximo de você, podendo ser em outra sala ou mesmo muito distantes.

A computação em nuvem pode ser vista como uma alternativa para ganhar espaço de armazenamento, redução de custos de manutenção, facilidade de fazer backups, compartilhamento de dados e diminuição de equipes de TI, podendo ser feitos por empresas especializadas ou mesmo por equipes centralizadas no caso de empresas com grande número de unidades fabris.

Na realidade industrial, muitos dados precisam estar disponíveis “em tempo real” e muitos são críticos pois envolvem intertravamentos de segurança, portanto defina sua estratégia de uso dos dados com muito cuidado.

Indústria 4.0

De uma forma simplificada, pode-se definir a indústria 4.0 como a união dos três itens descritos anteriormente com troca de dados, internet das coisas e computação em nuvem.

Porém o conceito é bem mais abrangente, pois a indústria 4.0 facilita a visão e execução de “manufaturas inteligentes” com estruturas modulares, monitoramento dos processos físicos e tomadas de decisões descentralizadas. Através da internet das coisas, os sistemas comunicam e cooperam entre si e com os pessoas em tempo real, e através da computação em nuvem, ambos os serviços internos e intra-organizacionais são oferecidos e utilizados pelos integrantes da cadeia produtiva.

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